quarta-feira, 22 de abril de 2015

Interpretação do texto "Por que temos febre?"

POR QUE TEMOS FEBRE?

Temperatura alta é sinal de que seu organismo está sendo atacado por micróbios. Você acorda e parece que o dia será como outro qualquer. Pula da cama, mas um cansaço logo toma conta do seu corpo. Então, você volta para o quarto e se esconde debaixo do cobertor. Sente frio e, em seguida, começa a suar. O coração às vezes acelera, a respiração fica ofegante e suas bochechas ficam vermelhas como um tomate. É ela, a febre, que veio te pegar!
 Calma! A febre não é um monstro. É apenas um sinal de que o seu organismo está sendo atacado por microorganismos nocivos à saúde. Só fique atento para não confundir. Febre com situações que levem ao aumento de temperatura corporal, como se agasalhar e se exercitar muito. Em geral, a febre vem acompanhada de algum outro sintoma, que pode ser dor de garganta, dor de ouvido, manchas pelo corpo, diarréia, vômito etc. Nestes casos, pode apostar que alguma doença está para chegar.
 Na verdade, a febre é resultado da ação de uma substância chamada prostaglandina.O nome é difícil de pronunciar, mas sua função é relativamente simples: Levar ao cérebro a mensagem de que é necessário aumentar a temperatura do corpo para sinalizar que há algum micróbio invasor em atividade. Alertas ligados! Nosso sistema Imunológico, ou melhor, de defesa, se prepara para combater a infecção. Às vezes, o organismo não conta desse combate sozinho e precisa da ajuda de medicamentos para reagir melhor. É por isso que, quando não melhoramos da febre, vamos ao médico para nos consultar e tomar o remédio certo.
                  YAMAMOTO, Renato. Por que temos febre? Ciência Hoje das Crianças, São Paulo,n. 143, jan/fev. 2004
01.     A febre é
a)    um sinal de que o organismo está sendo atacado.
b)    uma doença causada por microorganismos.
c)    um efeito de situações como se agasalhar ou se exercitar muito.
d)    um fenômeno sem importância, que não merece atenção.

02.  O trecho “o nome é difícil de pronunciar, mas sua função é relativamente simples”, e se refere à
a)    temperatura do corpo.
b)    prostaglandina.
c)    febre.
d)    doença.


     03.    Quando diz que “a febre não é um monstro” o autor quer dizer que a febre
a)    é uma doença perigosa.
b)    não deve nos assustar demais.
c)    não é causada por monstros.
d)    é um sinal de que nosso corpo está saudável.

04.    A prostaglandina faz com que o cérebro aumente a temperatura do corpo para
a)    assustar os micróbios invasores para que eles deixem o nosso corpo.
b)    causar uma infecção grave em alguma parte do corpo.
c)    avisar o organismo de que é necessário comprar medicamentos.
d)    avisar o sistema imunológico da presença de um  micróbio invasor.

05.  Este texto apresenta as informações
a)     explicando as reações do organismo quando se tem febre.
b)    descrevendo os sintomas de uma doença muito grave.
c)     listando as doenças que os monstros apresentam.
d)    informando que os esportes podem causar febre

06.  Qual a finalidade do texto “Por que temos febre?”
(A) Contar uma história.                        (C) Dar instrução.
(B) Divertir o leitor.                               (D) Informar o leitor.

07. As palavras destacadas no texto indicam:
(A) ação.                                             (C) nome de alguma coisa.        
 (B) lugar.                                            (D) características.       

08. Como classe gramatical, as palavras destacadas são denominadas de:
(A) substantivos.                                   (C) verbos.       
 (B) adjetivos.                                      (D) pronomes. 


Interpretação de texto "O leão e o ratinho"

O LEÃO E O RATINHO
Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.
Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.
Uma boa ação ganha outra.

Fonte: Esopo. Ler e escrever: Livro de textos do aluno/Secretaria da Educação, FDE. São Paulo: FDE, 2008

01 - O leão conseguiu se soltar da rede dos caçadores porque
(A) prendeu o ratinho com a pata.
 (B) desistiu de esmagar o ratinho.
(C) deixou o ratinho ir embora.
(D) o ratinho roeu as cordas.

02 - A fábula O leão e o ratinho quer
(A) ensinar o leitor, com diferentes situações
(B) descrever as relações dos animais na floresta.
(C) revelar grandes segredos ao leitor.
(D) contar sobre a fuga do leão.

03 - A expressão que apresenta uma qualidade, revelando a opinião do narrador na fábula O leão e o ratinho é
(A) “fazia a floresta inteira tremer”.
(B) “todos conseguiram fugir”.
(C) “cansado de tanto caçar”.
(D)”dormia espichado”.

04 – As características do texto “O leão e o ratinho”, tais como – o tipo de personagens e a presença de moral, exemplificam o texto conhecido como
(A) receita.
(B) fábula.
(C) campanha publicitária.
(D) história em quadrinhos.



sábado, 11 de abril de 2015

Texto, contexto e intertexto


Texto é, literalmente, um tecido verbal estruturado de tal forma que as ideias formam um todo coeso, uno, coerente. A imagem de tecido contribui para esclarecer que não se trata de feixe de fios entrelaçados (frases que se inter-relacionam).
Todas as partes de um texto devem estar interligadas e manifestar um direcionamento único. Assim, um fragmento que trata de diversos assuntos não pode ser considerado texto. Da mesma forma, se lhe falta coerência, se as ideias são contraditórias, também não constituirá um texto. Se os elementos da frase que possibilitam a transição de uma ideia para outra não estabelecem coesão entre as partes expostas, o fragmento não se configura texto. Essas três qualidades - unidade, coerência e coesão - são essenciais para a existência de um texto. Um texto é mais ou menos eficaz dependendo da competência de quem o produz, ou da interação de autor-leitor, ou emissor-receptor. O texto exige determinadas habilidades do produtor, como conhecimento do código, das normas gramaticais que regem a combinação dos signos. A competência na utilização dos signos possibilita melhor desempenho.
Textos orais e escritos

Define-se como informações que acompanham o texto. Por isso, sua compreensão depende da compreensão do contexto. Assim sendo, não basta a leitura do texto, é preciso retomar os elementos do contexto, aqueles que estiveram presentes na situação de sua construção.
O contexto deve ser visto em suas duas dimensões: estrutura de superfície e estrutura de profundidade. A estrutura de superfície considerada os elementos do enunciado, enquanto a estrutura de superfície considera os elementos do enunciado, enquanto a estrutura de profundidade considera a semântica das relações sintáticas. Num caso, o leitor busca o primeiro sentido pelo produzido pelas orações; no outro, vasculha a visão do mundo que informa o texto.
O contexto pode ser imediato ou situacional.
O contexto imediato relaciona-se com os elementos que seguem ou precedem o texto imediatamente. São os chamados referentes textuais.
O contexto situacional é formado por elementos exteriores ao texto. Esse contexto acrescenta informações, quer históricas, quer geográficas, quer sociológicas, quer literárias, para maior eficácia da leitura que se imprime ao texto.

Além do contexto, a leitura deve considerar que um texto ode ser produto de relações com outros textos. Essa referência e retomada constante de textos anteriores recebe o nome de paráfrase, paródia, estilização.
A paráfrase pode ser ideológica ou estrutural. No primeiro caso. O desvio é mínimo: varia a sintaxe, mas as ideias são as mesmas. Há apenas uma recriação das ideias. Pode-se entender a paráfrase ideológica como simples tradução de vocábulos, ou substituição de palavras por outras de significado equivalente. No segundo caso há uma recriação do texto e do contexto. O comentário crítico, avaliativo, apreciativo, o resumo, a resenha, a recensão são formas parafrásticas estruturais de um texto.
A estilização exige recriação do texto, considerando, sobretudo procedimentos estilísticos. O desvio em relação ao texto, original é maior do que no caso da paráfrase.
Na paródia, o desvio é total; às vezes invertem-se as ideias, vira-se o texto do avesso. Há uma ruptura, uma deformação propositada, tendo em vista mostrar a inocência do texto original ou simplesmente apresentar outras ideias que o texto original omitiu ou não se interessou em expor.
Textos virtuais: a onda do momento

Os elementos estruturais do texto são: o saber partilhado, a informação nova, as provas, a conclusão.
Por saber partilhado entende-se a informação antiga, do conhecimento da comunidade. De modo geral, o saber partilhado aparece na introdução, um local privilegiando para a negociação com o leitor.
O emissor negocia com o leitor, coloca-se num nível de entendimento, estabelece um acordo, para em seguida, expor informações novas.
A informação nova serve para desenvolver o texto, expandi-lo. O autor considera como não sendo do conhecimento de todos e, portanto, capaz de estimular o leitor a continuar na leitura. A existência de um texto implica ter algo de novo para dizer.
O saber partilhado mais a informação nova não são suficientes para a realização de um texto. É preciso acrescentar provas, fundamentos das afirmações expostas.
O autor do texto cita como prova de suas afirmações o livro. Se o leitor duvidar de suas asserções, poderá recorrer ao livro e chegar às mesmas conclusões que ele.

Ao saber partilhado, à informação nova, às provas o autor junta seus objetivos, pois todo texto visa chegar a algum lugar.
(Fonte:  http://oblogderedacao.blogspot.com.br/2014/04/texto-contexto-intertexto.html)

A professora e a Maleta


(Lygia Bojunga)

      A Professora era gorducha; a maleta também. A Professora era jovem; a maleta era velha, meio estragada.

      A Professora gostava de ver a classe contente. Mal entrava na sala e já ia contando uma coisa engraçada. Depois abria a maleta e escolhia o pacote do dia. Tinha pacotes pequenininhos, médios, grandes tinha pacote embrulhado em papel de seda, metido em saquinho de plástico, tinha pacote de tudo quanto é cor. Não era à toa que a maleta ficava gorda daquele jeito!

      Só pela cor do pacote as crianças já sabiam o que ia acontecer: pacote azul era dia de inventar brincadeiras de juntar menina e menino; não ficava mais valendo aquela história mofada de menino só brincar disso, menina só brinca daquilo, meninos do lado de cá, meninas do lado lá. Pacote cor-de-rosa era dia de aprender a cozinhar. A Professora remexia no pacote, entrava e saia da classe e, de repente pronto!     Mostrava um fogão com botijãozinho de gás e tudo. Era um tal de experimentar receita que só vendo. Um dia a diretora da escola entrou na sala, justo na hora que o Alexandre estava ensinando outro garoto a fazer bolinhos de trigo. Uma fumaceira medonha na sala de aula! Todas as crianças em volta do fogão palpitando: falta sal, bota pimenta, bota um pouquinho de salsa. A diretora sabia que estava na hora da aula de matemática. Que matemática era aquela que a Professora estava inventando? Não gostou da invenção, mas saiu sem dizer nada.

      Pacote vermelho era de viajar: saía retrato do mundo inteiro lá de dentro do pacote. Espalhavam aquilo tudo pela classe; enfileiravam as carteiras para fingir de avião e de trem. Quando chegavam aos retratos, um ia contando para o outro tudo o que sabia sobre aquele lugar.

     Tinha um pacote cor de burro quando foge que a Professora nunca chegou a abrir! Todo dia ela botava o pacote em cima da mesa. Mas na hora de abrir, ficava pensando se abria ou não e acabava guardando o pacote de novo.

      Pacote verde era dia de aprender a pregar botão, botar fecho, fazer bainha na calça e na saia. Se o verde era bem forte, era dia de aprender a cortar a unha e cabelo. Verde bem clarinho era dia de consertar e limpar os sapatos. E tinha ainda um verde, que não era forte nem claro: era um amarelo que as crianças adoravam. Era dia da Professora abrir o pacote de história. Cada história ótima!

      Tinha um pacote branco, que só servia para a professora esconder e para a turma brincar de achar.     Quem achava ia para o quadro negro dar aula. No princípio ninguém procurava direito. Coisa mais chata dar aula! E aula de quê?

      _ Conta a tua vida. Mostra o que você sabe fazer.

      Com o tempo, a turma deu para procurar direito o pacote. Era muito engraçada a tal aula!

      No dia em que o Alexandre achou o pacote, resolveu contar para a turma como é que ele vendia amendoim na praia. No melhor da aula, um grupo de pais de alunos que visitando a escola entrou na sala. Quando a aula acabou um deles perguntou a Professora: − A senhora está querendo ensinar meu filho a ganhar a vida vendendo amendoim? A Professora explicou que Alexandre só estava contando para os colegas como era o trabalho dele, para todos ficarem sabendo como é que ele vivia.

      No outro dia saiu fofoca: contaram para o Alexandre que tinha um pessoal que não estava gostando da maleta da Professora.

      _ Que pessoal?

      Um disse que era a diretora, outro disse que era uma outra professora, outro disse que outro falou, mas ninguém ficou sabendo direito!

      Uns dias depois choveu muito! Chuva grossa. Encheu a rua, o tráfego da cidade parou, casa desmoronou. Coisa a beça aconteceu. E quase ninguém foi à Escola. Mas Alexandre foi.

      Entrou na classe e viu tudo vazio. Chovia demais para voltar para casa. Resolveu sentar e esperar. Lá pelas tantas a Professora chegou. Mas chegou sem a maleta. E com jeito diferente, uma cara meio inchada, não contou coisa engraçada, não riu nem nada. Sentou e ficou olhando para o chão. Alexandre achou que ela nem tinha visto ele.

      _ Oi!

      Ela também disse oi! Mas continuou quieta. Depois de algum tempo, Alexandre cansou de tanto ninguém dizer nada e falou:

      _ A chuva molhou sua cara?

      A professora nem se mexeu. Ele perguntou:

      _ Foi a chuva?

      Ela fez que sim com a cabeça. Alexandre resolveu esperar mais um pouco. Mas pelo jeito a Professora tinha esquecido de dar aula. Será que era porque ela não tinha trazido a maleta? Arriscou:

      _ Cadê a maleta?

      A Professora olhou para ele sem saber muito bem o que dizer. Ele insistiu:

      _ Heim? Cadê?

      _ Perdi
 
      Ele se apavorou:

      _ Com tudo que tinha dentro?
 
      _ É

      _ Os pacotes todos?

      _ É

      _ O azul, o verde, o...

      _ É... É... É!

      Puxa que susto! Ela nunca tinha falado alto assim. Não perguntou mais nada. O coração ficou batendo, batendo, mas ela continuava sempre quieta até que ele não se aguentou e perguntou de novo:

      _ E agora? Como é que vai dar aula sem maleta?

      _ Não sei.
  
      _ Dá jeito de você comprar os pacotes de novo?
 
      _ Não.
 
      _ Por quê?

      Ela não disse nada.

      _ Responde... Por quê?

      _ Eles vêm junto com a maleta? Não vendem separados?
 
      _ Mas então compra outra maleta. Pronto.

      Ela ficou quieta de novo. E o tempo ia passando e ela continuava sempre quieta! A cara dela não secava nunca e não chovia lá dentro. Cada vez molhava mais! Então ele acabou pedindo:

      _ Compra, sim?
 
      _ Não dá Alexandre, eles não estão mais fabricando essas maletas hoje em dia.

      E aí... ele não perguntou mais nada. Ela também não falou mais. Até que a campainha tocou e a aula acabou.

Rondônia premiada em nível Nacional


sexta-feira, 3 de abril de 2015

Poesias 8° ano: Pintando poesia em versos e rimas

        Os poemas aqui apresentados são resultado de muito esforço dos estudantes  da escola Governador Jorge Teixeira de Oliveira, durante o projeto “Poesia na escola”, desenvolvido em março de 2013.
       Do ponto de vista material, as produções seguem com uma linguagem acessível ao público infanto-juvenil o qual se destina, especialmente à ação pedagógica inerente ao processo ensino-aprendizagem, com o propósito de familiarizar os estudantes com o gênero.
      Sinta-se, assim, leitor, convidado a deixar-se encantar com os textos! Essa será a melhor maneira de homenagear esses aprendizes. 


A ARTEIRA DA MAMÃE


Mãe me empresta tua calça,
Tua blusa e os teus anéis,
 Depois me passa um batom                                        
 Porque o desfile está muito bom.

 Deixa eu me olhar no espelho,
 Deixa só por um minuto
 Quero a sombra mais rosa,
 Quero o anel mais escuro.
      
A sala é uma passarela
Requebro e desfilo muito
Desfilo até eu me cansar
E depois vou alegre me deitar.

Depois de descansar
Volto a desfilar,
Na minha querida passarela,
Por que eu gosto muito dela.

 Autoras: Thaís Ribeiro de Assis e Micaele Ferreira Silva

8º Ano “A”/2013 



A COCA COLA NA ESCOLA

  No pátio da escola
Os alunos jogavam bola
E o guarda muito bravo
Vendo-os tomando coca cola.

Quando acabaram de beber
Jogaram o litro de plástico
No meio do pequeno pátio
Para que todos pudessem ver.
         
Outros alunos chamaram a diretora
Quando ela chegou para ver
No lugar não sobrou nem professora
Todos correram para não se comprometer!

  
Autores: Naor da Silva e Diego Santos
8º Ano “A”/2013 


AH! COMO É LINDO!

Ah! Como é lindo o mar!
É tão lindo como amar
Gostoso como flutuar
É a felicidade do olhar!

Ah! Como é perfeito o sol!
Parece o girassol
Ele é tão quente
Parece o fogo ardente!

Ah! Como é maravilhosa a lua!
O sol vai embora e ela continua.
Será que ela manhosa e dengosa?
Não sei, não sei. Só sei que ela é poderosa!

Ah! Como são brilhantes as estrelas!
Elas brilham levando embora a tristeza.
De tanto brilhar nos faz enxergar
De tanto brilhar nos faz mais amar!

Ah! Como são maravilhosas as coisas feitas por Deus!
É lindo o carinho como cuida dos filhos teus.
Se pararmos para olhar, vamos enxergar
Como tudo é perfeito e que não cabe num só olhar!

  Autores: Andreinna da Silva Campos e
 Mateus Souza de Jesus.
8º Ano “A”/2013 


ALEGRIA DE MENINO

 A natureza é linda... é bela…
Eu olho pro céu e vejo uma linda luz amarela.
Olho para terra e vejo um lindo “Passarim”
Com cores amarelas e com cheiro de jasmim.

Eu acordo para vida e começo a voar
Sentindo no rosto, o vento leve a soprar.
em imaginava que eu podia flutuar
Fiz esse pedido a se realizar.
                      
As nuvens se fecham
Parece que vai chover
Não to acreditando
O arco-íris vai de novo aparecer.


Segui o arco-íris até o final da estrada,
Quando cheguei lá, não encontrei nada.
Ouço uma voz: _Venha para dentro!
 Porque acabou a hora de brincar neste momento!

Eu corro para dentro
Pensando no que aconteceu.
Posso não ter voado de verdade
O importante é o que se viveu.

Eu não vejo a hora de novo sol raiar
Para eu poder correr e com a natureza ir brincar!
Quero viver de novo, o que vivi neste dia.
Correr atrás do arco-íris e viver com alegria


Autor: Anderson Dione Rodrigues Santos
8º Ano “U”/2013 


 ALEGRIA DE POBRE


Certo dia um homem pobre
Encontrou um milhão
Pensou pagar as dívidas
E até ir a um parque de diversão.

Como alegria de pobre dura pouco 
le viu na televisão
Que um homem muito rico
Perdeu um dinheirão.


Ele ficou bolado com a notícia
Que tirou seu dinheirão
Pois resolveu devolver
“Meu Deus, mas que decepção!”
“Eu ia pagar escola pros meus filhos
E até ajudar meu amigão.


Nem por isso não vou me matar
Pois honesto quero ser
Para a morte não enfrentar
E porque no céu quero viver”.


Autor: Mateus S. de Jesus
                                                  8º Ano “U”/2013 




AMOR PERFEITO

        O amor é lindo, para quem sabe amar.
Você é lindo porque aprendi a te amar.
O que é o amor?

Amar é...
Encontrar a alma gêmea.
Viver sempre contente
E gostar de alguém que também gosta da gente.

Amar é...
Encontrar a pessoa que nos faz feliz
É sentir os lábios doces como mel
E perfeito como o céu.


Autora: Marta Rocha de Oliveira
8º Ano “U”/2013



AS BELEZAS NATURAIS

A natureza é bela,
Bela de se ver,
Vamos todos cuidar
Para ela não morrer.
                             
 A natureza é tão bela,
Tem cores e animais,
Olho pela janela,
 as belezas naturais.

Tem plantas e árvores,
 A gente pode ver,
 Vamos preservar
 Para não perder.
                           
  Tem rios e lagos,
  É lindo de se ver,
  Olho pela janela,
  A água a correr


  Autoras: Naruna Gabrieli Serafim e Daiane Soares Pereira 8º Ano “U”/2013



AS VAQUINHAS DIFERENTES

Tinha uma vaca fofoqueira,                   
Uma vaca muito curiosa.      
Um dia ouviu um boi dizer,
Que as vacas eram manhosas. 
                                                         
Eram boas para corte,               
E ficavam toda arrepiadas,              
Nunca mais deu ouvidos
Para aquelas fofocadas

A vaca amarela,
Ganhou uma rosa
E uma declaração de amor,             
De um boi voador,
Doidinho por ela.         
A vaca falante,   
Chegou de repente, 
A sua boca era uma lua,    
Com um sorriso de contente:   
“Que beleza, que consolo!
Eu faço aniversário!
E aí? Lembraram-se do bolo?”

“O bolo da vaca é feito de alface,       
Misturado com legumes!!!”
Dizia todo alegre, 
O guloso vaga-lume.         
                                                                               
Autoras: Aniele Francisca Miquelini
Letícia Ribeiro de Assis



CONSCIÊNCIA

A natureza gritou por socorro
Agente não ouviu
Derrubamos várias arvores
E a mata atlântica sumiu.

A mata morreu
E com ela a esperança
Nunca mais veremos o verde
De nossa querida mata atlântica.

Você tem consciência,
Que nós estamos ajudando a matá-la
O verde se acabou
Precisamos ajudá-la.

Autores: Edvam de Moraes Rodrigues
Lidiene de Moraes Rodrigues
8º Ano “U”/2013




LEÕES DOURADOS

Daqui alguns anos estarão acabando
Mais uma vez restarão apenas três.

São os leões dourados
Que agora estão ameaçados
Pois o homem desmatou
E a sua casa derrubou.
     
Agora que o homem destruiu
Depois com a sua casa ele sumiu
Mais uma vez contra eles o homem tramou
No momento em que a mata derrubou.

E agora de mansinho
Eles tentam ajudar
Em cativeiro os leões dourados,
Eles tentam procriar.
E sem uma casa para morar
Os micos-leões-dourados vão acabar.

Autores: Gabriel de Oliveira Pinheiro,
Jonatan Henrique Campin Santos
Christian Chafão dos Santos Noquelli.
8º Ano “U”/2013 



MÃE, A LUZ DO MEU CAMINHO

Como era linda minha mãe
Linda minha mãe era
Ela era perfeita como as estrelas
Eu gosto muito dela.

Era a luz do meu caminho
Nunca me deixou sozinha
Ensinou-me a amar
A orar e até cantar.

Minha mãe era...
Aquela linda mulher
Doce, gentil e dengosa,
Amada e muito amorosa.

Como era linda minha mãe!
Linda era por natureza.
Um presente à sua beleza
Líder com muita grandeza!

Mãe, beleza inexplicável,
Linda e incomparável
Era quem só queria me fazer feliz
Mamãe, aquela que sempre me diz:
“Vou te amar! Para sempre vou te amar!”

Autora: Andreinna da Silva Campos
8º Ano “U”/2013




 MEU FUSCA VELHO

Meu carro é um fusca
Eu não tenho muita frescura
Ele é marrom com bege
E com umas pintas de ferrugem

O vidro está trincado
E o banco todo rasgado.
O pneu está careca
O motor está um jeca

O carro está todo empoeirado
Ele está todo arranhado
Mas nunca vou lhe deixar de lado.
Eu não vendo o meu carro nunca
Porque ele é o meu fusca!


Autores: Edvam de Moraes Rodrigues
 Lidiene de Moraes Rodrigues
8º Ano “U”/2013 




O GRITO DA NATUREZA

A natureza é uma coisa bela
Bela de se ver
Se destruir a natureza
Sem ar puro vamos viver!

A natureza é verde
Cheia de plantas e animais
Cheia de frutos e cores
E de belezas naturais.


Pare, pense e veja.
O que nós estamos fazendo
Destruindo a natureza
Para construir apartamentos.

A natureza pede:
Liberte-me neste momento
Seus motosserras me travam
E deixam-me sem movimento.


Katria Vitória Pereira Bianchi e Daialice Soares Pereira
8º Ano “A”/2013


  
 VIDA AZUL

Céu azul, rio azul
Céu azul, rio azul, olho azul
Céu azul, rio azul, olho azul e uniforme azul.
Parede azul, minha cor é azul

Você olha e ver azul
A letra no quadro é azul
A escola é azul.
Os rios, o mar e céu é azul

Minha vida é azul
Eu vivo minha vida
Vida azul, azul, azul...


Autores: Sadraque Quintiliano de Oliveira e André Albuquerque Ribeiro
8º Ano “A”/2013